Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 18/10/2021
Desde a década de 50, quando o país deu um salto no que tange a aquisição e uso de automóveis, o Brasil se acomodo no quesito transporte. Dessarte, tal acomodação impede a mobilidade urbana de apresentar um baixo impacto ambiental. Isso se deve, sobretudo, à falta de investimento do estado em uma estrutura móvel urbana mais segura, bem como a resistência social aos meios de transporte alternativos. Logo, são imprescindíveis mais ações governamentais, tendo em vista mudar esse cenário.
A princípio, vale ressaltar que, por ser um país maior rodoviário e muito dinheiro com isso, o Estado investe pouco em inovações móbeis. Nessa perspectiva, a falta de ciclovias seguras e de alcance abrangente, por exemplo, nas grandes cidades do país desestimula a adesão à bicicleta como um transporte benéfico à saúde ambiental e de quem nós.
Concomitante a isso, a resistência da sociedade no que diz respeito ao uso de transportes alternativos preocupa. Segundo o sociólogo Durkheim, a consciência coletiva é indispensável ao coesão social e ao bem-estar comum. Entretanto, se a sociedade não é estimulada a adotar meios sustentáveis de locomoção, o bem-estar social fica cada vez mais ameaçado por trânsito e pela poluição.
Portanto, fica clara a necessidade de reverter esse quadro. Posto isso, cabe ao Governo Federal, adjunto à iniciativa privada, promover mudanças na mobilidade urbana do país; para tal, a construção de mais ciclovias nos grandes centros e o estímulo ao uso do transporte coletivo dando descontos nas passagens dos transeuntes mais assíduos é uma possibilidade. Ademais, cabe à mídia informar e conscientizar a sociedade acerca dos benefícios de transportes mais ecológicos, por meio de campanhas de TV e na internet para um alcance mais abrangente. Desse modo, o país deu um passo rumo à redução da poluição, assim como se locomoveria de forma mais saldável para o meio ambiente e para seus passageiros.