Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 21/01/2020
No universo fictício de “Wall-e”, uma obra premiada da Disney, do diretor Andrew Stanton, o mundo foi soterrado pelo lixo e poluição da humanidade, contudo a espécie teve que se refugiar no espaço, deixando maquinas para limpar o planeta e descobrir se a terra poderia ser reabitada futuramente.
Fora das telas do cinema, a poluição global é um problema que vem se arrastando desde a época da Revolução Industrial, que ocorreu nos séculos XVIII e XIX, onde o trabalho braçal foi substituído por maquinas movidas a combustão, gerando a queima de materiais poluentes à atmosfera.
Desde então, a população procura um meio de diminuir os impactos na “bola azul”, com a substituição de automóveis por bicicletas, entretanto essa é uma pratica pouco realizada pelos países, principalmente os pobres e os emergentes, já que necessita de infraestrutura adequada para esses veículos como ciclofaixa, ciclovias e ciclorrotas.
No Brasil esse problema é uma realidade, pois o dinheiro público não é utilizado adequadamente e sua cultura de mobilidade é muito arcaica, fazendo com que essa cultura demore a chegar.
Porém, algumas cidades como a de São Paulo e outras capitais, já estão se mobilizando junto com a sua população e seus órgãos públicos para que essa pratica seja instalada com sucesso nessas regiões.
Portanto, para que esse meio de locomoção seja instalado em território nacional, os governantes junto com seus respectivos órgãos de infraestrutura, devem liberar a verba necessária para que as obras possam ser feitas, e junto á isso uma fiscalização rigorosa passiva de punições fortes para crimes cometidos nas obras como desvio de dinheiro e muitas outras, que infelizmente ocorre no país, já a população deve se conscientizar aos benefícios que essa pratica leva e começar a usar mais as suas “magrelas” no dia-a-dia, só assim essa cultura poderá ser instalada e cultivada no Brasil.