Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 21/09/2022
Segundo a Constituição Federal, promulgada no ano de 1988, cujo conteúdo garante a todos o direito de ir e vir. Logo, o contrária quando a mobilidade urbana demonstra precariedade no século xxi. Essa realidade se tece pela superlotação em transportes públicos quanto pelo consumo de superprodução de locomóveis com combustíveis fósseis.
Em primeira instância, deveremos citar a música “era uma vez” do grupo poesia acústica, onde diz:“ o governador se abaixa o preço da passagem”. Essa citação traz alusão a negligência governamental, visto que, tais locomoções demonstram desestrutura e as tarifas só aumentam sem mesmo que haja uma melhoria adequada para o indivíduo. De modo que, apresentam como “melhoria” mais circulação de mais transportes. Assim, prejudicando o meio ambiente.
Além disso, na atualidade de hoje, existe um alto consumo de locomoções movidos por combustíveis fósseis, causando o efeito estufa. Assim, agravando danos a sociedade e meio ambiente. Contudo, à população não tem consciência das possíveis consequências do uso de tais e acabam ocasionando um fluxo de intenso de automóveis nas ruas.
Portanto, é necessário que haja uma intervenção de modo que o ministério das comunicações com o ministério do meio ambiente, promova por meios das mídias os malefícios do consumo exacerbado de transportes movidos por combustíveis fósseis de modo que incentive menos o consumo de tais, para começar a utilizar locomoções elétricas com o intuito da diminuição da poluição ao meio ambiente.