Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 15/05/2018

O período da mineração no Brasil,possibilitou o desenvolvimento da mobilidade de pessoas e produtos,por todo o território tupiniquim. Desde a abertura de estradas,à criação de modais para o transporte,obtendo uma ligação interurbana. No entanto,décadas posteriores o que,a priori,foi benéfico a certo ponto,passa a trazer malefícios dos quais a própria instituição governamental parece não ter medidas de eficiência definitiva.

A modernização da industria automobilística,e a facilidade proporcionada pelo preço acessível em comprar e manter um automóvel,favoreceu o aumento de veículos individuais,motivados pelo descaso dos meios de utilização públicos. Ademais,a quantidade insuficiente de coletivo para atender a demanda,somados a baixa qualidade de conservação,preços elevados da passagem e negligência de horário,reforçam essa constatação.

Destarte,concomitante a isso,o mau planejamento de estradas e rodovias,juntamente com o surgimento de modais pesados e de dimensões elevadas,contribuiu para o crescimento de congestionamentos,acidentes e desgastes frequente nestas vias. Outrossim,o excesso de carros nas autoestradas,modificou a qualidade de vida e do ar nas grandes cidades,devido ao aumento na emição dos gases de efeito estufa,o que propiciou o aparecimento não só de doenças respiratórias,mas também cardiovasculares,associadas ao intenso estresse decorrente do trânsito caótico.

Logo,diretrizes são necessárias para reverter esse impasse. Portanto,as empresas responsáveis pelos modais públicos,devem investir na modernização e multiplicar os veículos,a fim de melhorar sua qualidade reduzindo o elevado número de carros nas estradas. O Estado,por sua vez deve aprofundar esforços para revitalizar rodovias e autoestradas que tenham tempo de desgaste prolongados,somado a isso,a oferta de diferentes tipos de condução como o aquaviário e dutoviário,reduziria o fluxo intenso no trânsito,assim,malefícios a saúde e a biosfera seria refreados.