Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/05/2018

“O progresso é impossível sem mudanças.” Essa máxima, atribuída a Bernard Shaw, exprime a importância da transformação quanto ao desenvolvimento de uma nação. Nesse contexto, alterações são necessárias no que tange à mobilidade urbana no Brasil, uma vez que essa, atualmente, expõe a população a graves adversidades. Essas necessidades tornam-se evidentes não só devido aos excessivos congestionamentos, mas também ao défice do transporte público.

Em primeiro lugar, os inúmeros engarrafamentos afetam de forma negativa a população brasileira, no entanto, o Governo não toma medidas eficazes para amenizar a situação. Todos os dias campanhas publicitárias que incentivam à compra de um automóvel são direcionadas aos cidadãos sem nenhuma represaria governamental, o que comprova o descaso, visto que a introdução de novos veículos nas ruas representa o aumento dos transtornos ligados ao trânsito.

Outrossim, as precariedades dos transportes públicos tornam a situação ainda mais complicada. Em decorrência da péssima qualidade dos serviços públicos os cidadãos preferem adquirir um automóvel. Fica claro, mais uma vez, a influência do Governo em relação aos problemas enfrentados pela população. Infelizmente, quem sofre com a má administração política são os brasileiros que são obrigados a viver em uma cidade caótica no que diz respeito ao trânsito.

Destarte, urge elencar medidas práticas para que, de fato, a sociedade brasileira alcance o progresso, conforme sustentara por Bernard Shaw. Logo, em relação à mobilidade urbana no Brasil, cabe ao Governo Federal realizar melhorias, por meio não só da ampliação da rede pública de transporte, mas também da implantação de ciclovias em todas as metrópoles nacionais, e assim, com o auxílio da mídia incentivar a população a utilizar meios de transportes públicos ou não poluentes. Desse modo, almeja-se diminuir o congestionamento urbano e, além disso, tornar o Brasil um lugar menos poluente.