Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/10/2018

Segundo a teoria do Princípio da Ação e da Reação, desenvolvida pelo físico Isaac Newton, para toda ação sempre há uma reação de mesma intensidade e direção, porém sentidos opostos. Nesse contexto, a reação para imobilidade urbana brasileira são alguns impasses como trânsito caóticos, acidentes e violência nesses espaços historicamente mal planejados. Resta, então, saber como enfrentar tal problemática.

Em primeiro plano é primordial ressaltar que inúmeros cidadãos optam por ter o próprio automóvel em busca de maior conforto e segurança. Nota-se nas últimas décadas que a violência urbana é cada vez mais frequente e sem previsão de justiça, o que concebe mais medo e insegurança por parte da população, desmotivando o uso desses transportes.

Além disso, as cidades brasileiras não foram projetadas para oferecerem transportes alternativos ao rodoviário, como trens e metrôs, resultando hoje em trânsitos quilométricos, custo benefício dos coletivos desfavorável e com serviços sucateados para os passageiros.

Outro fator importante é que a infraestrutura das rodovias são muito precárias e perigosas para deslocar passageiros. A maior parte das estradas do país possuem buracos, postes sem luz, faltam placas sinalizadoras, manutenção e radares em várias dessas, tais problemas dificultam o percurso e tornam as viagens noturnas ainda mais perigosas.

Desse modo, fica claro que é necessário desenvolver medidas para melhorar a mobilidade urbana do país. E para isso, o governo deve investir nos transportes públicos alternativos e na manutenção de rodovias, a fim de obter deslocamentos mais seguros e confortáveis. Paralelo a isso, o governo também pode diminuir impostos das empresas que incentivarem seus funcionários a utilizar bicicletas ou coletivos, para reduzir os engarrafamentos nas cidades. Assim, o caos urbano poderá se dissipar.