Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 01/06/2018

O filosofo Platão deixou muitos ensinamentos, um desses é de que o importante não é só existir, mas manter-se bem, ou seja, o bem-estar é de um tamanho valor que excede o da própria vida. Todavia, no Brasil, essa não é uma verdade para as pessoas que tem seu tempo perdido nas estradas devido ao grande fluxo de automóveis nas cidades e que, também, ocasiona problemas de saúde e meio ambiente. Assim sendo, é notória a necessidade de promover melhorias para atenuar esse impasse.

Primeiramente, é importante observar o crescente número no uso de veículos nas cidades. Esse fato tem trazido grandes riscos ambientais, como o aumento na ocorrência de chuvas ácidas e contribuição para a degradação da camada de ozônio. Luiz Gonzaga, cantor e compositor nordestino, em uma de suas músicas -xote ecológico- retrata esse cenário de poluição, como o aumento da produção de fumaça, morte de animais e da flora brasileira.

Em consonância a isso, o crescimento de posse de veículos faz com que, nas cidades grandes, surjam engarrafamentos e estresses na hora da espera. O físico Newton, em sua terceira lei, retrata que para toda ação existe uma reação. Nesse contexto, o homem a produzir essa poluição acaba causando danos para sua própria saúde, como problemas respiratórios.

Desse modo, é imprescindível a inserção de medidas para abrandar o impasse. Portanto, cabe ao Estado, por meio do Ministério dos Transportes, fazer a implantação de mais vias de circulação a fim de diminuir os transtornos de engarrafamentos, como também o aumento na quantidade de transportes públicos de qualidade. Outrossim, o uso de propagandas, através de meios midiáticos, incentivando o uso dos ônibus e também trazendo os seus pontos positivos tanto para o meio ambiente, quanto para o homem, como a diminuição da poluição e dos gastos pessoais. Assim, o bem-estar de Platão se aplicará a mobilidade urbana.