Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 20/06/2018

Com a crescente da população nas cidades na segunda metade do século XX, devido ao êxodo rural, nasceu uma problemática no que se refere a transporte. Devido à grande população, as cidades ficaram não só sem infraestrutura, mas também com uma grande carência de diversidade no sistema de mobilidade, configurando dificuldades que chegam até os dias de hoje. O problema de locomoção nas cidades se mostra passível de ser discutido, seja pela falta de organização, seja pela inocuidade da pluralidade.

A falta de investimento para a manutenção de uma boa infraestrutura se mostra um contratempo. A prefeitura, na maioria das cidades, se mostra negligente na organização de suas áreas, gerando um caos urbano que, relacionado ao colossal número de carros, cria um espaço menor para, por exemplo,o metrô e a bicicleta. O sociólogo Auguste Comte pode elucidar o contexto com a seguinte frase : “O progresso não é mais do que o desenvolvimento da ordem”.

Doravante, mostra-se como um empecilho a falta de variação para se locomover. O carro, posteriormente o ônibus, se mostrou como uma solução para a mobilidade no século XX, entretanto a sua superprodução o torna ineficaz, dado que traz engarrafamentos e poluição. De acordo com a Wikipédia, a cidade de Berlim, entre 2004 e 2012, aumentou suas vias cíclicas em 1000 quilômetros, gerando um aumento de 40% em número de ciclistas, fato que a faz ser um exemplo no assunto.

Se mostram como pedras no caminho, pois, a falta de infraestrutura e certa homogeneidade nos transportes. A prefeitura de cada cidade, sob o jugo do governo de cada estado, deve reestruturar toda a estrutura do transporte construindo novas ciclovias, ampliando as linhas de metrô e aumentando as linhas de trem, haja vista que algumas se encontram sem mudanças, e, assim, gerando alternativas, as cidades ficam mais organizadas o caos vigente se reforma.