Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 10/07/2018
Em janeiro de 1956, inicia-se o mandato do novo presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek. Jovem em espírito, cheio de ideias para reerguer o Brasil que afogava-se em uma crise e tendo como lema “50 anos em 5”, o então eleito JK, executa o modelo rodoviarista em nosso país. Embora sua aparente boa intenção, a implementação desse novo padrão de transporte é um problema até hoje.
Devido ao seu tamanho continental, é completamente inviável o rodoviarismo sem a execução de um modelo ferroviário que o-anteceda. São muitos os transtornos gerados por este revés, podemos até sofrer com fretes de altíssimos valores e congestionamentos, contudo, o principal problema é invisível, as toneladas de gases estufa que lançamos diariamente na atmosfera do planeta.
Apesar das dificuldades de sua implementação, o transporte de massa ainda hoje é a melhor opção, tanto para o desafogamento das vias, diminuição da emissão de gases estufa e o barateamento das locomoções. O não interesse dos governantes em implementar meios alternativos de transporte, impede o problema de ser resolvido.
Portanto, medidas se fazem necessárias para resolver o impasse. Apesar do seu elevado custo de implementação, o Governo Federal, mais especificamente o Ministério os Transportes, deve direcionar seus recursos para o modelos alternativos, como rodoviário ou hidroviário, devido o seu reduzido impacto ambiental e baixo custo de manutenção. Reduzindo assim os transtornos da mobilidade urbana no Brasil.