Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/08/2018

Tráfego social

Nos anos de 1950, a partir do governo de Juscelino Kubitschek, o Brasil assistiu à implantação de empresas automobilística em seu território. Os estabelecimentos estatais dá época demonstraram que ao incentivar o modo rodoviário, essa decisão afetaria profundamente a vida dá população urbana de gerações futuras. Hoje, a mobilidade urbana tornou-se um impasse, dificultando o direito de ir e vir do brasileiro.

Segundo Oskar Coeter, empresário brasileiro do ramo de automação industrial, a mobilidade tem três variáveis importantes: a acessibilidade, a velocidade e o tempo de espera, e não se obteria sucesso só investindo em uma ou duas condições esquecendo a terceira, mas sim em todas as áreas. O crescimento dá concentração de indivíduos nas cidades não foi acompanhado pelas políticas de planejamento urbano e, embora as passagens tenham aumentado consideravelmente, não é visível o investimento nos transportes públicos, o aumento dá disponibilidade e melhoria nas condições de locomobilidade.

É válido ressaltar que até o século XX somente a população de classe média alta tinha acesso aos automóveis. Em contrapartida, nos dias atuais, devido o alto poder de compra das classes inferiores e a condição de parcelamento é possível adquirir um veículo de forma mais simples. Em virtude disso, vários problemas foram gerados, como o congestionamento intenso e aumento de emissão de gases poluentes na atmosfera, intensificando, por sua vez, o efeito estufa. Nota-se, portando, que além do crescimento dá quantidade de carros nas cidades atingir o âmbito social-mobilidade, atinge diretamente também a esfera ambiental. É necessário, dessa maneira, que alternativas sejam encontradas para diminuir o tráfego e se possível de maneira sustentável.

Para que se reverta, portanto, esse cenário preocupante, é preciso, pois, melhorar as condições dos transportes públicos de massa com mais ônibus de qualidade, manutenção estrutural nos que estão em uso e a criação de terminais e metrôs, além de pôr em prática os projetos dá Política Nacional de Mobilidade urbana que dá prioridade a meios de transporte não motorizados e ao serviço público de transporte coletivo, com criação de tarifas para a utilização de infraestrutura citadinas e rodízios. Só assim ter-se-á segurança e locomobilidade entre todos cidadãos.