Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 10/08/2018
“Devagar a gente chega onde a gente quer chegar.” Parafraseando Exaltasamba, pode-se perceber que a letra da música “É no pagode”, infelizmente, deixou de se tornar realidade no mundo atual. O excesso de velocidade, a ingestão de álcool e a falta de atenção, são as principais causas de morte no trânsito.
Em primeiro lugar, é válido ressaltar que esta realidade nem sempre existiu. Durante o governo de Juscelino Kubistscheck (1956-1961), firmou-se no Brasil, empresas automobilística como Ford e Volkswagen nas principais cidades da região sudeste, assim, dando início às primeiras rodovias. Embora sejam de extrema importância para a mobilidade urbana, a OMS apontou que em 2009, em 178 países, 1.3 milhões de pessoas morreram vítimas de imprudência ao volante.
Além disso, a massificação de carros gera um aumento de gases poluentes na atmosfera, sendo prejudicial à natureza e à saúde humana. Na época, o atual prefeito de São Paulo, Celso Pitta criou o rodízio de veículos, batizando-o de “Operação Horário de Pico”. Estabelecido por lei, consistindo em reduzir a quantidade de carros em rodovias durante a semana, por exemplo.
Portanto, além do indivíduo ter a consciência da importância de respeitar as leis de trânsito e a sinalização, cabe ao governo construir ciclovias por toda cidade, com o intuito de reduzir o número de mortes ao volante e os índices de doenças respiratórias, além de contribuir com o meio ambiente e incentivar a população a ter uma vida mais saudável.