Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/08/2018

Segundo a primeira lei de Newton ou lei da Inércia, um corpo tem a tendência de continuar em seu estado natural, ou seja, em repouso, até que seja aplicado uma força superior sobre ele. Assim como na física, a sociedade brasileira encontra-se estagnada diante dos desafios da mobilidade urbana no Brasil, que teve grande aumento de forma negativa e prejudicial aos brasileiros. Nesse contexto, convém analisarmos alguns fatores que fazem-se relevantes, como o excessivo congestionamento das vias de trânsito, como também problemas respiratórios causados pela excessiva queima de combustíveis fósseis, resultando em uma má qualidade de vida.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Uma vez que a má qualidade do trasporte público, a melhoria na renda da população de classe média e baixa favoreceu a aquisição de veículos particulares para fins turísticos, ou, trabalhistas, gerando, assim, estresse e lentidão no trânsito por falta de ruas e avenidas nas cidades para comportar o excesso de veículos, acarretando por sua vez o engarrafamento do trânsito, como afirma uma pesquisa do site uol.

Outrossim, destaca-se problemas respiratórios como bronquite, asma, entre outras doenças pulmonares como impulsionador desse problema. De acordo com o filósofo Confúcio, o homem joga sua saúde fora para conseguir dinheiro, mas depois usa todo o dinheiro para reconquista-lá. Seguindo essa linha de pensamento, é possível  perceber que somos os principais causadores desses transtornos devido a poluição do ar  pela excessiva queima de combustíveis fósseis, derivados dos trasportes particulares, que causam a contração dos músculos das vias aéreas, além de aumentar o risco de distúrbios do coração e dos vasos sanguíneos, pois, as partículas que ficam em suspensão  após a combustão dos combustíveis ao entrar em contato com as vias respiratórias causam inflamações gerando sérios problemas de saúde, como afirma a Organização da Saúde.

Infere-se, portanto, a necessidade de resolver esse impasse. Dessa forma, é necessário que o Ministério dos Transportes em parceria com o Governo e os Municípios, realize por meio da mídia, redes sociais, rádios e jornais, debates e campanhas com especialistas na área do Meio Ambiente  e da  saúde mostrando as principais consequências da queima de combustíveis fósseis em excesso, estimulando, assim, o uso de transporte coletivo, como também cabe ao Ministério dos Trasportes e Governo pela vistoria e melhoramento do transporte público para que pessoas tenham confiança e segurança em usar esse meio de locomoção, reduzindo a emissão de CO2 na atmosfera e melhorando a qualidade de vida, pois, a sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro e esse visa o melhoramento do mundo para vivermos bem em conjunto.