Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 22/01/2019

A engenharia tem um propósito social, que é melhorar a maneira que se vive. A fim de diminuir percursos para entrega e comercialização de produtos, foi criado o automóvel;seu poder de locomoção reduziria o tempo de espera em todo mercado. Conquanto, a ideia do século XIX foi excelente, ao ponto de estar no século XXI, porém,seu uso provocou um excesso de veículos nas cidades, e hoje trafega com precária infraestrutura para população, tornando a hipótese de rapidez quase inviável.

Quando os governantes das metrópoles começaram a criar estradas,rodovias e viadutos,seus planos foram voltados para classe média, pois esses teriam condições de manter os carros importados em circulação.Todavia,os investimentos aplicados nas empresas automobilísticas,“baratiaram” seus produtos,tornando-os acessíveis a quase todas as classes sociais.Consequentemente, as ruas não suportaram tal aumento nos transportes, provocando engarrafamentos,atrasos,acidentes e estresse pelo Brasil.

Embora pareça que somente o tamanho da estrada importa, a infraestrutura do transporte coletivo deixa explicito, que esse não é o único problema.A falta de ônibus em horários de mais movimento, a demora nos trens e principalmente, as obras atrasadas de estações, ocasiona excesso de passageiros nesse meio de locomoção, possibilitando somente como alternativa, a incorporação de mais carros e motos, sendo esses o jeito mais viável de ser deslocar com “conforto”.

Diante do exposto, o governo de cada cidade, deve tomar medidas eficazes para solucionar o problema. A principio, o Ministério do Transporte precisa redirecionar seus esforços para produção de ciclovias em todo país, com o intuito de flexibilizar a locomoção em médias distâncias. Também é necessário colocar na pauta, a emergência no termino de obras como o monotrilho em São Paulo, que será uma ferramenta a mais na mobilidade,dando a população a possibilidade de escolha.Essas ações precisam ser financiadas pela Receita Federal, através de alguns impostos, dessa forma o sonho do século XIX, sobre a rapidez, finalmente será uma alternativa mais executável na mobilidade urbana.