Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 06/10/2018
O transporte é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988. Logo, em seu art. 6°, o documento jurídico mais importante do nosso país de que tal eixo - juntamente com a saúde, a segurança, o lazer, entre outros - é um privilégio social. No entanto, vê-se, na contemporaneidade, esse direito sendo corrompido, tendo como resultado a significante crise de mobilidade urbana no Brasil. Nesse sentido, convém analisarmos as principais consequências desse fenômeno.
Inicialmente, é válido salutar como o alto índice de veículos automobilisticos corrobora para o aumento da poluição ambiental e sonora. Segundo o portal de notícias G1, a constante liberação de gases maléficos, tanto ao ambiente quanto a saúde humana, são responsáveis não só pelo agravamento do efeito estufa como também pelo surgimento de doenças na sociedade. É inadmíssivel que na era da tecnologia e informação o governo brasileiro seja caracterizado por não intervir com projetos visando a construção de um trânsito sustentável.
Outrossim, o tempo no qual o cidadão leva para se locomover nas rodovias cogita em um elevado transtorno de ansiedade e estresse. De acordo com Mahatma Gandhi, líder pacifista indiano, a saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos. Diante de tal contexto, é imprescídivel que o Estado adote um plano de políticas públicas com a intenção de mudar os hábitos e inserir novas propostas para a população.
Dessa maneira, urge à criação de medidas que reafirmem os presceitos elementares para efetivar os direitos e garantias, assegurados em nossa Constituição. Nesse sentido, faz-se mister que o Estado incentive e aprimore o uso de transportes coletivos, por meio de palestras nas quais abordem as adversidades que o uso por tempo exarcebado de automóveis causam no planeta e no bem estar social. Espera-se, com isso, que a afirmativa de Gandhi leve à sociedade a rever suas atitudes.