Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/10/2018

No Brasil, a indústria automobilística sempre foi recompensada. Em 1926, Washington Luís, tinha como lema: governar é abrir estradas. No entanto, quando se observa a mobilidade urbana no Brasil, hodiernamente, verifica-se que essa recompensa está ligada como um problema na realidade do país. Nesse contexto, convém analisar as principais consequências dessa postura para a sociedade.

Em primeiro lugar, destaca-se a decadência do bem-estar dos brasileiros relativo ao aumento do número de veículos. Segundo Karl Marx, o capitalismo prioriza lucros em detrimento do valores. De maneira análoga é possível perceber que, no Brasil, essa afirmação se harmoniza com a realidade em que a população vive. tendo em vista que, segundo o portal G1, o brasileiro, perde o equivalente a 40 dias por ano no trânsito.

Outrossim, salienta-se o perigo no trânsito brasileiro. De acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), o Brasil possui taxas muito altas de acidentes de trânsito, chegando a ter 23 mortes a cada 100 mil pessoas. Logo, observa-se que a grande quantidade de veículos somado a mobilidade urbana que é desorganizada, acabam por tornar o trânsito brasileiro como um dos mais violentos do mundo.

Portanto, com o objetivo de ter uma melhor mobilidade urbana no Brasil, cabe ao Governo Federal investir em meios de transportes alternativos, como, por exemplo: bicicletas e metrôs, por meio dos Impostos sobre Veículos Automóveis (IPVA), a fim de que o trânsito nas cidades brasileiras seja mais fluído e, assim, a população não vai perder tanto tempo em deslocamentos. Ademais, é dever do Ministério do Planejamento elaborar projetos que visa uma melhor organização da mobilidade urbana, com especialistas dá área, como, engenheiros, para que o trânsito nas cidade brasileira seja mais seguro e organizado.