Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 02/11/2018

No Governo de Juscelino Kubitschek, o incentivo a utilização de automóveis com a abertura de novas estradas, atraiu empresas estrangeiras e incentivou a instalação de indústrias automobilísticas no Brasil. Atualmente, esse incentivo gera consequências negativas com grandes engarrafamentos e dificuldade de mobilização, além do pouco investimento em trasportes públicos ao longo dos anos.

O êxodo rural ocorrido no inicio da industrialização brasileira causou um inchaço urbano, no qual houve um crescimento desenfreado da população em cidades que não estavam preparados para receber esse contingente de pessoas. Com isso, cidades cresceram sem planejamentos, com ruas estreitas e sem fiscalização, gerando um grande problema de mobilização nessas áreas.

Além disso, com a melhoria de renda da população de classe média e baixa ocorreu um aumento de automóveis nas cidades, já que para os mesmos é preferível enfrentar engarrafamentos a andar de transportes públicos, que são considerados desconfortáveis por possuírem quantidade insuficiente para comportar a demanda da população.

Torna-se imprescindível, portanto, a mudança desse cenário preocupante sobre a mobilidade urbano no Brasil. Para que isso ocorra, o Poder Executivo iria propor um plano, que teria o ampliamento de ônibus e do setor ferroviário como proposta, sendo colocado em prática pelo Ministério dos Transportes que realizaria essa ampliação em cada estado de acordo com suas infraestruturas e necessidades. Ademais, os transportes de carros e pessoas por balças em cidades que são cortadas por rios, como São Paulo, também estaria em pauta nesse plano que seria enviado ao Corpo Legislativo para análise e criação de leis. Dessa forma, espera-se acabar com os problemas que envolvem a mobilidade urbana brasileira, e assim melhorar a qualidade de vida da população.