Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/02/2019
Desde os processos denominados “revoluções industriais” e a ascensão do capitalismo, o mundo vem demasiadamente priorizando produtos e mercados, como o automobilístico. Desse modo, observa-se, que após esse evento houve um grande crescimento no número de transportes individuais. Logo, ocasionam diversos desafios a população no que se refere a mobilidade urbana no Brasil.
É primordial ressaltar que, com a cultura do carro e influência da mídia, com propagandas e status para que as adotam, isso leva muitas pessoas a preferirem transporte individual em detrimento do coletivo. Com efeito disso, há uma dificuldade de locomoção diária nas rodovias, também chamados “engarrafamentos”, motivada pelo acúmulo de veículos. Com isso, aumenta a desigualdade social e consequentemente a violência, pois pessoas de baixa renda, geralmente, não possuem recursos para adquirirem um automóvel e assim, não possuem o status midiático.
Ademais, esse veículos, comumente, utilizam os combustíveis fósseis, que são prejudiciais ao meio ambiente causando chuvas ácidas, intensificado o efeito estufa, além da poluição, todos afetam a saúde humana. Segundo o jornal O Globo, os paulistanos gastam em média 45 dias do ano presos no trânsito, reiterando a diminuição na qualidade de vida proporcionada pela má mobilidade.
Diante dos argumentos supracitados, cabe as Secretárias de Transportes de cada estado ampliar a qualidade dos ônibus e metrôs, para que a população possa se locomover com conforto, segurança e que favoreça o meio ambiente. Além disso, seria importante que a mídia, por meio de propagandas apelativas, evidenciasse os benefícios do transporte coletivo para a mobilidade urbana, saúde e meio ambiente. Assim, melhoraria a locomobilidade e a qualidade de vida.