Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 03/04/2023

A mobilidade urbana almejada no Brasil é possível por meio de políticas públicas de transporte e circulação. Nesse contexto, percebe-se as dificuldades encontradas no espaço geográfico das cidades, no que se refere à locomoção de pessoas no espaço urbano. Ademais, tem-se, o problema causado ao meio ambiente, à saúde, o que tornam-se plausíveis ações que atenuem esse problema para um desenvolvimento sustentável entre a cidade e o meio ambiente.

Vale salientar, entretanto, que a locomobilidade urbana, é um desafio enfrentado pela maioria das grandes cidades brasileiras. Nesse sentido, o impasse relaciona-se ao aumento de circulação dos transportes individuais, em detrimento do uso de coletivos. Assim sendo, a falta de manutenção dos coletivos, somado às altas tarifas cobradas e a concessão de créditos ao consumidor, faz com que aumente a cada dia a frota de carros no país em circulação, o que causa os congestionamentos diários. Em consonância a isto, tem-se problemas de toda ordem como o estresse, a violência no trânsito, a emissão de poluentes na atmosfera e seus problemas de saúde relacionados à poluição.

Vale ressaltar, ainda, as necessidades de promover uma mobilidade que promova o planejamento integrado intermodal. Nesse sentido, deve-se invistir na construção de ciclovias e ferrovias, assim, evita-se a saturação e superlotação dos modais, e torna-os mais eficientes dentro de suas logísticas propostas. Além disso, a ampliação dos sistemas de transportes deve estar associada à conscientização populacional, levando-a optar pelo transporte público coletivo.

Portanto, é urgente a adoção de medidas para amenizar a questão da mobilidade urbana do país. Logo, cabe ao Governo Federal e prefeituras, ampliar o acesso a transportes de qualidade, por meio políticas públicas de desenvolvimento e infraestrutura e de verbas governamentais, devem atuar de modo a reduzir os entraves das cidades. Assim, deve-se investir em corredores de transportes públicos exclusivos, bem como ofertar transportes de média e alta capacidade, como ônibus articulados, ciclovias, com segurança e acessíveis a todos, a fim de melhorar o tráfego urbano. Por fim, mais do que abrir estradas, governar é administrar as gestões públicas de modo igualitário e sustentável.