Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/06/2019

No Brasil é muito difícil andar de bicicleta, porque há poucas ciclovias. Além disso, não é um comportamento da sociedade brasileira utilizar esse modal. Desses pontos, surgem problemas com a mobilidade urbana.

Primordialmente, nota-se que a ciclovia não é opção de mobilização pelas cidades. Segundo o G1, apenas 3,1% da malha viária das capitais brasileiras tem vias para bicicletas. Isso aponta que o descolamento pela cidade restringe-se a meios de transporte como automóveis ou a pé. Entretanto, essas formas de locomoção são superlotados. Assim, as ciclovias apresentam-se como alternativa as rodovias e ao passeio público, pois ainda não utilizasse desta modalidade largamente. Por isso, necessita-se  de investimento nesse transporte, para que se melhore a mobilidade urbana.

Ademais, percebe-se que não é característica do brasileiro andar de bicicleta. Conforme o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), apenas 7% dos brasileiros andam de bicicleta. Isso evidencia que não há o comportamento social de utilizar o ciclismo como meio de locomoção. Desse modo, não solucionaria o problema de mobilidade urbana apenas ampliando as ciclovias, pois poucos seriam os adeptos. Assim sendo, precisa-se fortalecer esse aspecto social de utilizar a bicicletas, com a finalidade de aumentar o número de ciclistas.

Portanto, urge de medidas para que o problema de mobilidade urbana não se perpetue. Para que ocorra mudanças, as famílias, como parte da primeira educação, devem educar seus filhos a andar de bicicleta. Essa conscientização, ocorrerá por meio de passeios ciclísticos realizados pelas famílias. Assim, quando adultos, essas crianças andarão de bicicleta. Além disso, o governo, através de uma lei, deve abrir a opção para o direcionamento do imposto de renda para a construção de ciclofaixas. Desse modo, os ciclistas poderão direcionar o seu imposto para a construção dessas vias. A fim de que no futuro se acabe com o problema de mobilidade urbana.