Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/06/2019

Na década de 1950, com a política de Juscelino Kubitschek, a indústria automobilística sofreu um grandioso investimento, facilitando a compra de automóveis por parte da população. Por conta disso, a quantidade de veículos presente nas ruas brasileiras é exagerado, ocasionando problemas de congestionamento e mobilidade.

Ou seja, os problemas dessa situação são visíveis, não somente nas grandes metrópoles mas também em cidades medianas, devido à atual dispersão industrial no país. Sendo assim, congestionamentos são frequentes no dia-a-dia dos brasileiros, fazendo com que sejam obrigados a sair de casa durante madrugada para chegarem ao trabalho a tempo, mesmo assim, ainda passando longas horas no trânsito. Além disso, muitos dos que não possuem veículo próprio, têm de frequentar transportes públicos ineficazes e em condições precárias, sem o mínimo de conforto.

Dessa forma, por conta da concentração industrial na região Sudeste, a mobilidade mais precária encontra-se nessa região, principalmente na metrópole global São Paulo, que, sozinha, é responsável pela liberação de gigantesca quantidade de CO2 na atmosfera. Esse gás é um dos causadores de problemas como a degradação do efeito estufa e as chuvas ácidas. Pode-se destacar que o aumento da condição financeira do brasileiro nos últimos anos, junto com a pobre qualidade do serviço de transporte coletivo, refletem na permanência do problema.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o obstáculo. O Governo Federal, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, deve realizar campanhas que incentivem os trabalhadores a utilizarem veículos sustentáveis, como as bicicletas. Além disso, o melhoramento e o incentivo do uso de transporte público reduziria o índice de veículos nas ruas, fazendo assim, os impactos ambientais diminuírem e as ruas ficariam menos caóticas.