Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 14/06/2019

O principal meio de locomoção das povoações do Brasil é o rodoviário, ele foi o escolhido a alguns anos atrás devido ser flexível e de fácil implantação. Com o aumento da população urbana e a oferta de crédito, que tornou fácil a adquirição de um automóvel, subiu muito a frota de carros, assim começaram a surgir os primeiros colapsos no trânsito. A cada dia essa crise se amplia afetando várias cidades do país e nenhuma medida tomada para frear isso causa efeito.

Os indivíduos da urbe preferem sair ou ir trabalhar com seu próprio veículo ao invés de usar o transporte público, que é de péssima qualidade. Além disso, grande parte dos ônibus circulam pelas mesmas vias que os carros particulares, então não existem benefícios ao usa-los, pois quando ocorrer um congestionamento todos veículos ficarão parados. Uma das alternativas seria a implantação de vias para ônibus, mas como a grande maioria das cidades brasileiras não foram planejadas essa opção é descartada devido a falta de espaço para tal ação.

Um meio de deslocamento que se difundiu muito bem na Europa foi o ferroviário, ele foi desenvolvido para interligar e transportar os cidadãos por toda região do continente. Na África e Brasil ele foi implantado visando a agro exportação, por esse motivo é pouco utilizado para transporte de seres humanos nesses países. Um bom sistema férreo pode tornar muito rápido o deslocamento de indivíduas pelas urbes ou até pelo continente, como na Europa.

Tendo em vista que os colapsos na mobilidade urbana brasileira estão aumentando excessivamente por causa do grande contingente de automotores, e que os transportes públicos rodoviários são precários se faz necessário que o prefeito de cada cidade crie uma campanha de arrecadação com intuito de investir em um sistema férreo. Após essa ação ele deve solicitar verbas ao governo e juntar com o arrecadado, feito isso contratar uma empresa para implantar uma ferrovia. Feito isso será corrigido um dos equívocos ao construir urbes sem planejamento.