Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/10/2019
O governo de Juscelino Kubitschek e seu plano de metas, inseriram maiores quantidades de carros e rodovias no Brasil com o intuito de atrair empresas internacionais. Hodiernamente, é notório as consequências refletidas no âmbito social e ambiental, a partir dessa intensificação na crise de mobilidade. Assim, ações que reduzam essa problemática devem ser pensadas.
A priori, vale mencionar que a intensificação dessa crise traz consequências para a saúde mental e física da massa. Segundo o G1, pessoas que são vítimas do trânsito diário possuem cerca de 30% de chance a mais de sofrerem com problemas cardíacos, decorrentes do estresse. o aumento no número de carros, principalmente nas grandes cidades revelou uma crescente na crise com a mobilidade do cidadão e na sua saúde, que precisou idealizar medidas alternativas de locomoção, como o patinete elétrico e bicicletas públicas, que funcionam como redutores no estresse do indivíduo vítimas de congestionamentos diários e auxílio para a saúde. Desse modo, nota-se a necessidade de mais ciclovias e meios e transporte público para a massa.
Em segundo plano, vale ressaltar que o agravamento a crise na mobilidade traz severos riscos para o meio ambiente. Segundo Sêneca “para a ganância toda a natureza é insuficiente” assim, dá-se validez a pesquisa feita pelo BOL em que mostra-se o agravamento do efeito estufa com cerca de 12% causado pelos automóveis. Outrossim, a construção de novas vias traz novas problemáticas com o agravamento da emissão de gases poluidores, e com novos congestionamentos, levantando a necessidades de medidas alternativas e ecológicas de transitar, como transportes públicos com maior capacidade, patinetes e bicicletas. Desse modo, nota-se que a saúde humana e ambiental são concomitamente resolvidas com auxílio de meios alternativos de locomoção.
Diante do exposto, vê-se que o trânsito e o aglomerado de pessoas são os principais motivadores para dificultar a mobilidade da massa. Assim, cabe ao Ministério da Educação incentivar alunos acadêmicos por meio de liberação de verbas para pesquisas, para a criação de transportes menos poluidores, como também cabe ao Ministério da infraestrutura a liberação de mais transportes coletivos por menores preços, pois assim a população deixa de usufruir de transportes individuais reduzindo a quantidade de gases emitidos, dessa maneira o Brasil torna-se um país reconhecido por suas baixas taxas de poluição e também por suas pesquisas ecológicas, melhorando o âmbito social e ambiental do país.