Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 27/10/2019
Karl Marx, afirma que o capitalismo priorizaria lucros em detrimento de valores. Análoga a ele, o investimento em veículos de transporte juntamente com a industrialização do Brasil, ajudaria à população a se deslocar com mais facilidade . Todavia, o descaso dos órgãos públicos com a sociedade, alimenta a quantidade de transportes públicos irregulares e também a liberação de poluição vinda de carros, conceituando a afirmação de Marx. Cabe analisar os fatores desse entrave.
Convém ressaltar, a princípio que são muitos os transportes públicos de má qualidade, não comportando o crescimento populacional e suas respectivas necessidades. Muitos são depredados e insatisfatórios para a vivência, sem falar que existem uma quantidade que não atendem a toda população. Em consequência disso, as pessoas optam por veículos particulares, o que faz crescer o número de acidentes e grandes engarrafamentos nas grandes capitais.
Distarte, a desordem ambiental causada pelo escapamento de carros, que passa despercebida pela sociedade, contribui para o aquecimento global. Segundo a Cetesb, um levantamento feito em 2012, se a frota inteira parasse por um dia na cidade de São Paulo, seria evitada a emissão de 535,4 toneladas de monóxido de carbono, um número que poderia ser reduzido se os indivíduos preferissem transportes sustentáveis para a sua mobilidade.
É notório , portanto, que há entraves a serem resolvidos para minimizar a problemática . O Ministério dos transportes juntamente com o governo das cidades, deve elaborar uma ampliação no rodízio de carros, para restringir a circulação de automóveis em determinados dias e horários , a fim de diminuir o tempo dos indivíduos em trânsitos engarrafados nas cidades. Assim, os valores estariam acima da priorização de lucros.