Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 30/10/2019

Mudança progressiva.

A questão da mobilidade urbana no Brasil apresenta-se fragilizada e ineficaz, afetando, principalmente, as grandes metrópoles. Essa ineficiência, gera  reflexos negativos à sociedade nativa, tal como o desperdício de tempo em engarrafamentos e complicações de  saúde pela liberação de combustíveis fósseis dos meios de transporte. Decerto, esse complexo de danos é fruto de gestões sociopolíticas mal administradas, cabendo-nos assim, analisarmos seus fatores.

A Revolução Francesa, ocorrida em meados do século XVIII despertou profundas transformações à humanidade, dentre elas o surgimento das indústrias e do capitalismo. Em virtude desses dois aspectos, a sociedade vigente daquela época passou a urbanizar-se , isto é, iniciaram o processo de deslocamento do campo para as cidades a procura de trabalho. À partir disso, os indivíduos tenderam a desenvolver meios mais rápidos e eficientes para sua locomoção, devido ao fato do tempo ter se transformado em um  artifício que gera o lucro, isto é, quanto mais tempo disponível, maior é a produção.

Com o aumento de aglomerações populacionais, tornou-se inevitável  o crescimento de meios de transportes tanto individuais quanto coletivos, os quais ocasionaram uma rapidez maior para a circulação de pessoas. Todavia, no Brasil o cotidiano da população tem sido caótico, por causa da má qualidade do transporte público e a falta de controle sobre os veículos indivíduais, que são muito mais numerosos que os coletivos. Como resultado, os cidadãos brasileiros ficam submetidos a congestionamentos intensos.

Desse modo, é necessário pensar em soluções para esse dasafio. Assim, o governo precisa fiscalizar mais rigidamente o rodízio dos carros, visando diminuir a quantidade de veículos indiduais circulantes, por meio de multas e ampliando o número de câmeras supervisionadoras em rodovias. Com isso, será viável assegurar o bem-estar da população.