Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/10/2019

O “50 em 5”, programa governamental, do presidente Juscelino Kubitschek, que propôs uma autonomia mobilística ao Brasil. No entanto, atualmente, a sociedade brasileira tem mais carros do que suas estradas podem suportar, o que acaba gerando diversos problemas no deslocamento urbano do Brasil. Nesse contexto, os fatores que corroboram para essa problemática são tanto a ausência de políticas públicas, quanto emissão de gases poluentes.

Em primeiro lugar, a falta de políticas públicas para uma melhora no trânsito das cidades brasileiras é notável. De acordo com a constituição federal de 1988, em seu artigo sexto no qual todos temos direito à transporte públicos de qualidade. Entretanto, nas cidades brasileiras, os ônibus, trens e metrôs apresentam estado de abandono por parte dos governantes, pois os transportes coletivos não dão à população o conforto e segurança que é prometido na Carta Magna.

Ademais, com a atual condição dos transportes coletivo brasileiro e o incentivo fiscal dados às montadoras automobilísticas faz com que aumente o número de carros. Dessa forma, com a população de automóveis em crescente,  também aumenta a emissão de gases poluentes que são lançados à atmosfera, como o monóxido de carbono(CO). Assim, impulsionando fenômenos de origem antrópica, como a chuva ácida, a inversão térmica  e aumento da temperatura  global.

É palpável, portanto, que medidas são necessárias para resolver tal problemática. Logo, o Ministério da Infraestrutura (MI), por meio de investimentos e melhorias nos transportes de massas deve tornar apto para todos as classes sociais, com manutenção e fiscalização trimestral dos transportes públicos .Nesse sentido, o proposito de tal ação é dar a população um transporte coletivo  viável que reduza a emissão de gases e o número de carros nas avenidas.