Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 30/05/2020
O comportamento do brasileiro no trânsito pode ser definido pela música de Jorge Bem que diz: “Malandro que é malandro não bobeia”. Desse modo, o brasileiro é caracterizado pela malandragem e esse aspecto é um problema no trânsito, no qual, o brasileiro usufrui dessa característica e a usa para driblar as consequências do mau comportamento no trânsito e não procede para uma melhor conduta nesse meio.
Em primeira análise, a malandragem é uma característica do “jeitinho brasileiro” e isso é um problema, pois grande parte dos brasileiros driblam as consequências de seus maus comportamentos no trânsito. Logo, esse fato pode ser exemplificado por meio da transferência ou venda dos pontos da carteira para outra pessoa com a finalidade de não acumular pontos e não perder a carteira de motorista, além do famoso “quebra” que consiste no pagamento à autoescola para conquistar sua carteira de habilitação, mesmo com a reprovação dada ao aluno.
Por conseguinte, os brasileiros não lidam com suas consequências e não aprendem o correto, dessa forma, o país não obtém um progresso. Ademais, segundo o professor de direito do trânsito, Rosan Coimbra, o sistema de trânsito foi criado para manter o condutor bem educado e que se o condutor cometer infrações, ele terá que passar por uma reeducação. Portanto, é evidente a importância dos motoristas lidarem com as consequências de seus maus comportamentos, pois irão aprender a não praticarem certas corrupções.
Diante do exposto, é necessário que o Governo Federal, juntamente com o Conselho Nacional de trânsito, impeça a “malandragem” no trânsito. Essa ação pode ser realizada por meio de leis mais severas, como proibir o pagamento da carteira de habilitação em caso de reprovação do aluno e a transferência de pontos de uma carteira à outra. Para que assim, a população lide com suas consequências e se reeduque gradualmente.