Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/07/2020

Caos, acidentes, estresses, engarrafamentos, poluição ambiental, sonora, ansiedade e tensão. Uma vez citados alguns percalços obtidos pela atual situação do trânsito brasileiro, faz-se necessário avaliar tais contratempos em prol de amenizar esses problemas existentes. Assim, a morosidade do trânsito nas grandes cidades, a qual torna a mobilidade urbana um desafio para o setor público, tem impactos na economia do país e no bem-estar da população.

Em primeira instância, inspecionar historicamente o país é necessário, visto que essas mudanças de deslocamento nos estados brasileiros decorre diretamente dos investimentos e planos desenvolvimentistas do antigo presidente Jucelino Kubitschek, que em seu período atuante investiu na construção de rodovias e indústria automobilística. No entanto, dado atual situação brasileira, em que observa-se não só a má infraestrutura dos grandes centros urbanos, como a falta de segurança pública e iluminação, que faz com que as possibilidades dos danos sejam mais prováveis. Adicionalmente, em muitos casos existe a má qualidade dos serviços públicos em quesitos de asseguramento dos passageiros -como em caso de assaltos- bem como segurança privada em possíveis casos de acidentes. Ademais, a ausência de investimentos governamentais em opções alternativas de deslocamentos como ciclovias e metrôs, ajudam aumentar substâncialmente a carrocracia brasileira.         Ainda, de acordo com um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia junto com a Fundação Getúlio Vargas, o tempo perdido pelos brasileiros no deslocamento para o trabalho nas regiões metropolitanas gera um custo adicional de sessenta e dois bilhões às cidades. Somado a tal prejuízo ainda tem-se o aumento das ruas desertas e deficientes quanto a ausência de estruturas necessárias para evitar possíveis contratempos, como também aumenta-se o número de carros e motos ao gerar dessa forma complicações específicas como engarramentos, estresses, acidentes e poluição. Além disso, nota-se certo agravamento na saúde do brasileiro, pois ao respirar poluição se encontrará com problemas respiratórios entre outros e acima de tudo estará estressado, ansioso e tenso o que pode comprometer seu desempenho como um bom motorista.

Portanto, não há dúvidas que seja tomada uma iniciativa para mudar a questão. Por isso, as Secretárias de Transportes Metropolitanas de cada estado devem ampliar a quantidade de linhas de metrô no território nacional, afim de que existam outras possibilidades de lomoção, sobretudo para atender as necessidades de seguranças em geral para cada passeiro, dessa forma pode-se diminuir consideralvelmente o número de automóveis nas cidades. Em seguida, o Ministério da Infraestrutura pode desenvolver uma maior segurança pública por meio de uma maior iluminação nas ruas e estruturação dos asfaltos. Simultaneamente, o Governo pode investir na segurança e infraestrutura das ciclovias paralelamente a tal ação o número de carros e poluições ambienatais devem diminuir. Por conseguinte, dessa maneira tanto os motoristas quantos os passageiros melhorarão no quesito saúde mental e física. Evidentemente, outras iniciativas devem ser tomadas, pois de acordo com Santo Agostinho:’’ os que não querem ser vencidos pela verdade, serão vencidos pelo erro.''