Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 26/08/2020
O Filósofo Sartre defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entrando, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão da mobilidade urbana, refletindo, assim, os problemas relacionados ao tema, por exemplo, o excesso de carros nas ruas, causando problemáticas, como também a falta de incentivo ao transporte coletivo.
Porquanto, cada vez mais se tem visto pessoas comprando automóveis, gerando diversos problemas, ou seja, superlotamento do transito e a emissão de dióxido de carbono, que agrava o aquecimento global, o qual pode ser evitado aderindo ao uso dos transportes coletivos que na maioria já são sustentáveis. Com a grande procura das pessoas pelo transporte automotivo, acabam a deixar de lado a bicicleta, que é um meio mais limpo e saudável para a saúde segundo o Ministério da Saúde
Além disso, a carência de incentivos do Estado, para com o transporte coletivo, seja eles fiscais ou incentivadores, acaba-se fazendo a sociedade enxergar o transporte público como algo negativo e não vantajoso, por consequência, aderem, assim, ao transporte próprio como o carro, gerando o engarrafamento das ruas. Onde um único ônibus possui capacidade para transportar diversas pessoas, já o carro na maior parte das vezes está transportando apenas uma, procedendo-se então ao transito caótico.
Em suma, é imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne ao Estado, mediante os Ministérios da Educação e Transporte, a criação de um projeto educacional que vise a elucidar a população quanto aos problemas da superlotação das ruas e a alta procura de automóveis como meio de transporte, tal projeto deve ser instrumentalizado dentro das salas de aulas, com palestras e reflexões, medidos por técnicos e professores da área, objetivando a prevenção dos problemas da mobilidade urbana, Por fim é importante que o povo brasileiro se encare como responsável pelo problema, pois, de acordo com Platão, o primeiro passo para mover o mundo e mover a si mesmo.