Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 02/12/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se apenas o contrário, quanto à questão da mobilidade urbana no Brasil. Nesse contexto, percebe-se uma configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude do legado histórico e a falta de investimentos.
Em primeiro plano, é preciso atentar para o legado histórico presente na questão. De acordo com o pensamento de Claude Lévi-Strauss, só é possível interpretar as ações coletivas por meio do entendimento dos eventos históricos. Nessa sequência a mobilidade urbana e suas dificuldades, mesmo que fortemente presente no século XXI, apresenta raízes intrínsecas à história brasileira, o que dificulta ainda mais sua resolução.
Em consequência disso, surge a questão da falta de investimentos que intensifica a gravidade do problema. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, a taxa de investimentos no Brasil, somando setores público e privado, está no seu menor nível dos últimos 50 anos. Ainda assim, para agir sobre problemas coletivos, como a questão da mobilidade urbana e seus enfrentamentos, é necessário investimento massivo. Como há uma lacuna financeira no que tange ao imbróglio, sua erradicação tem sido complicada. como a questão da mobilidade urbana e seus enfrentamentos, é necessário investimento massivo. Como há uma lacuna financeira no que tange ao imbróglio, sua erradicação tem sido complicada. como a questão da mobilidade urbana e seus enfrentamentos, é necessário investimento massivo. Como há uma lacuna financeira no que tange ao imbróglio, sua erradicação tem sido complicada.
Torna-se imperativo, então, desenvolver medidas que ajam sobre óbice. Dessa forma, o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União devem fiscalizar o destino dos investimentos brasileiros, um fim de remaneja-los a áreas que mais necessitam. Para que tal destinação seja coerente com a realidade brasileira, estes órgãos podem criar consultas públicas, nas quais a população interaja e aponte questões como o enfrentamento à mobilidade urbana, que referencia ser resolvidos com urgência.