Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 22/12/2020
Percebe-se que uma população brasileira vem sofrendo com um problema, a imobilidade urbana nas grandes cidades. Entretanto, esse impasse traz diversos efeitos à sociedade, como a perda excessiva de tempo no tráfego, além de danos à saúde dos associados. Por isso, é importante que essa problemática seja analisada com mais cuidado.
É inquestionável que a grande perda de tempo está relacionada com a imobilidade nas vias. Embora a Constituição Federal de 1988 prescreva o direito de ir e vir aos cidadãos, parece que isso não está ocorrendo pois o aumento de veículos nas ruas devido à grande facilidade de os brasileiros adquirir o carro próprio, favorece com que os motoristas passam boa parte do dia no trânsito por meio dos congestionamentos formados. Assim, essa perda de tempo, infelizmente, afeta as tarefas comuns dos padrão e desse modo, é de suma importância que esse direito seja colocado em prática.
Outrossim, cabe ressaltar sobre os efeitos do trânsito caótico para com a saúde dos proprietários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o congestionamento pode trazer problema crônico relacionado à imobilidade. Observe que boa parte dos motoristas apresenta quadro de estresse devido a problemática de trafegar nas vias brasileiras e isso afeta suas relações tanto no ambiente de trabalho, familiar. Assim, é notório que a situação atual do trafego prejudica a qualidade de vida dos cidadãos que transitam todos as dias nas estradas.
Fica claro, portanto, que o deslocamento nas vias publicas traz um leque de problemas para os brasileiros. Por isso, os canais televisivos e como revistas exercer seus papéis sociais ao difundir, por meio de matérias aos cidadãos e propagandas socioeducativas, sobre a importância do trafego com mais qualidade e além de incentivar a população a cobrar das autoridades a ampliação e adequação dos transportes dos coletivos e das ciclovias com o objetivo de evitar os transtornos no trânsito e até problemas psicológicos. Ademais, o Ministério do transporte poderia usar uma parcela dos impostos brasileiro para readaptar as ruas e avenidas, objetivando amenizar a imobilidade urbanas nas grandes cidades brasileiras.