Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/01/2021

Com o desenvolvimento da Industrialização na década de 1930, acelerrou a migração campo-cidade, conhecida como êxodo rural. Análogo a isso, as cidades brasileiras crescem excessivamente, entretanto, a mobilidade urbana ganhou evidência, visto que relaciona ao aumento do uso de transportes coletivos e evidentemente a falta de politícas públicas para isso. Logo, gera problemas realcionados ao aumento do índice de acidentes no trânsito, mutilações ou até mesmo a morte.

A priori, segundo o filósofo John Locke, é em nome dos direitos naturais do homem que o Estado é constituído como “dono” do poder político, para assim preservar os direitos individuais. Nesse viés, com o aumento do uso de transportes públicos e próprios, fica evidente a falta de políticas públicas que é um dever do Estado garantir, pois a escassez de infraestrutura nas rodovias, e o número restrito de transportes que acomoda uma quatidade maior de pessoas, é um fator para que ocorra risco de vida.

Ademais, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a cada 1 hora 5 são mortes causadas por acidentes no trânsito. Outrossim, esses números de mortes são consequências da má formação de rodovias, além das condições precárias no transporte público, em ter que enfrentar  conduções super lotadas que acomodam pessoas mais que o previsto. Portanto, acarreta a maiores possibilidades de incidentes graves, incitando até mesmo a morte.

Em resumo, é imprescindível dicutir acerca dos problemas mencionados ao longo do texto. A princípio, cabe ao Governo Federal, que tem a responsabilidade definir regras gerais de trânsito, ampliar a manutenção e construção de estradas, e também o aumento dos transportes públicos nas cidades metropolitanas, além de construir ciclovias exclusivamente para o uso de bicicletas e o incentivo do mesmo, para garantir a maior segurança e o bem estar, uma vez que a migração de pessoas cresce a cada dia aumentando o fluxo.