Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 19/09/2021

A Constituição Cidadã é universal e deve ser exequível por todos. Análogo a isso, pode-se dizer que todos os indivíduos são iguais em direitos, porém a má organização das cidades, no quesito de mobilidade de pessoas e automóveis, torna a circulação desafiadora. Nesse sentido, é notório que a inobservância estatal e que a falta de melhorias para a locomoção são os principais imbróglios a ser sanados.

Sob esse viés, presencia-se um forte descaso das esferas governamentais sobre a melhoria da mobilidade urbana. A constituição supracitada - atual Carta Magna - prevê a inviabilidade de direitos básicos dos cidadãos, como o direito de locomoção. Apesar disso, percebe-se uma fraca execução da lei, visto que o número crescente de veículos de transporte tem, como consequência, diversos congestionamentos, dificultando a circulação de maneira mais acessível, principalmente em horários de maior movimento. Dessa maneira, essa problemática urge ser solucionada de forma mais efetiva para que o princípio da constituição seja validado.

Além disso, ressalta-se que há, no Brasil, uma evidente escassez sobre os avanços de locomoção nas áreas civilizadas. Durante o governo de Juscelino Kubitschek(1955-1960), foram implementadas rodovias de forma mais contudente para viabilizar a mobilidade de forma mais favorável. Nessa conjuntura, houve melhorias na flexibilidade, entretanto, com a circulação acrescida em regiões centrais, as quais concentram a maioria dos serviços ou empresas, torna o movimento de automóveis dificultoso. Assim, é nítido a importância de maiores melhorias para a mobilidade urbana nas cidades, haja vista que a falta delas aumenta os problemas de circulação.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para sanar a problemática. Dessa forma, é imprescindível que o Governo Federal crie medidas para melhorar o tamanho das vias de circulação constante de veículos de transporte e controle o fluxo de movimento em horários de maior fluxo. Tal ação deve ser executada por meio de reformas nas estradas, deixando-as mais amplas e, ainda, incentivando a população a não frequentar áreas de intenso movimento em momentos comerciais, caso não necessário. Desse modo, os congestionamentos devem diminuir e tornar o direito de locomoção mais eficiente e proveitoso.