Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 18/11/2021
A Imobilidade das Cidades Brasileiras
Durante o governo de Juscelino Kubitschek, entre as décadas de 50 e 60, foi promovido, por meio de seu famoso slogan “50 anos em 5” projetos de melhorias para o país, e dentre elas, impulso para a indústria nacional, com enfoque na automobilística. Tinha-se por ideal motivar o país e a população a valorizar o produto brasileiro, porém, não se sabia as consequências que poderia trazer para as cidades. Nos dias atuais fica evidente as complicações deste processo levando em conta a negligência estatal com a falta de logística da continuidade deste processo, como também a falta de consciência ambiental.
Em primeira análise, é necessário apontar um dos artigos mais importantes da Constituição Brasileira, ou, o mais fundamental documento de legislação e normas do país, que indica sobre o direito de ir e vir livre e necessário a todos os brasileiros. No entanto, cada vez mais se percebe uma negligência deste quando em uma cidade como São Paulo, uma das mais desenvolvidas no país, um morador tem grandes propensões a passar cerca de 45 dias de um ano no trânsito. Isso leva em conta a falta de planejamento das cidades por parte do governo, tanto em esfera municipal como estatal atrelado ao sério e cada vez maior aumento do número de automóveis circulando nas ruas e avenidas.
Em segunda análise, cabe destaque às consequências desta indústria automobilistica em crescimento de larga escala, entre elas, a poluição ambiental das cidades. Levando o foco para este nicho ambiental, é vista séria preocupação com a quantidade absurdamente grande de gases poluentes lançado na atmosfera pelo grande fluxo de automóveis nas cidades e o gasto de combustíveis não renováveis para sua locomoção. Deste modo, ao invés de auxiliarem, acabam por prejudicar o dia a dia, de modo que, apesar de grande lucro financeiro para o país, seus contrapontos são muito mais sérios para a mobilidade e para a sustentabilidade no Brasil.
Portanto, fica clara uma necessidade de redução do número desta poluente locomoção, de modo que não prejudique o país economicamente mas sim ajude a combater os desafios para a mobilidade urbana, para um Brasil melhor. Sendo assim, cabe ao Governo do país promover uma diminuição do nível de automóveis individuais, juntamente com os métodos mais poluentes de abastecimento, por meio de financiamento de melhores transportes públicos como ônibus e metrôs, para que assim o deslocamentos nas cidades fique cada vez mais prático para a população transeunte, ao mesmo tempo que ajude o meio ambiente, reduzindo o volume de automóveis, para cidades cada vez melhores.