Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 11/09/2017

Seguir em frente

É consenso o fato de que com a chegada das industrias automobilísticas no Brasil na década de 50, facilitou gradativamente o transporte de pessoas e mercadorias. Hodiernamente, devido ao crescimento desproporcional no número de veículos, além da falta de planejamento urbano: os problemas de engarrafamento e acidentes persiste.

Sabe-se que no ano de 2012, foi sancionado a lei de mobilidade urbana, objetivando melhores condições de acessibilidade. No entanto, os brasileiros vêm sofrendo com a falta de planejamento, como também carência de opção no transporte público. Segundo o site UOL, em média, a população da cidade de São Paulo pode passar até 45 dias do ano no trânsito, além dos transtorno psicológico e lentidão.

É necessário ressaltar que, nos últimos anos, o Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, registrou um aumento no número de carros e motos de 119%. Dados que contribui negativamente para o congestionamento  e acidentes, consolidado com a falta de sinalização. Seguindo  com o pensamento do poeta João Cabral de Melo Neto afirma, um galo sozinho não tece uma manhã, ele sempre precisará de outros galos. É de fundamental importância uma consonância de todas as partes, seja os usuários das vias, empresários ou até mesmo o Poder Público para uma locomoção clara e eficaz.

É evidente que ainda há entraves na leis brasileiras, para melhorar gradualmente as deficiências da mobilidade urbana. Cabe ao governo federal adotar uma política social de rodízios de veículos, além de oferecer outros meios: isto é, ciclo vias, metros e VLT. É dever dos órgãos específicos, assegurar a sinalização e fiscalização, seja por agentes ou placas. Por fim, cabe ao Legislativo, implantar  novas leis que multes os estados que prejudiquem as variadas locomoção dos contribuintes. Quem sabe assim, todos possam tece uma manhã consciente  e justa.