Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 14/09/2017

No que se refere à mobilidade urbana no Brasil, suas raízes encontram-se desde a década de 50, onde o país, sob o governo de Juscelino Kubitschek, com seu modelo  rodoviarista, aliado mais tarde ao lema dos militares: “Integrar para não Entregar”,  vem sofrendo consequências constatadas pelos cidadãos. Indubitavelmente, a massificação de veículos e a falta de planejamentos ratificam  a precariedade do sistema de locomoção enfrentadas pelas pessoas diariamente.                                          Tendo em vista, o poder aquisitivo dos indivíduos, relacionados aos incentivos como, por exemplo, as diversas formas de financiar e pagar o automóvel, redução do IPI e IPVA, traz como produto , aumento no tempo de deslocamento,devido aos congestionamentos que, por vezes, são em extensões absurdas,também problemas ambientais como, poluição, além  da saúde como, o estresse. Concomitantemente, ocorre a obstrução da Constituição Federal, a qual alega aos cidadãos o direito de ir e vir sem ocasionar problemas na vida dos mesmos.                                                          Nesse sentido, a partir do projeto do deputado Vinicius Ribeiro, do Rio Grande do Sul, foi elaborada a Política Estadual de Mobilidade Urbana Sustentável, que visa integrar o sistema de intermodais para as pessoas, para garantir mais facilidade e agilidade nos transportes e  chegada aos destinos. Porém, a defasagem nos sistemas de conduções coletivas, faz-se dar preferências pela adesão de um meio individual, onde não ocorra superlotação, além do status quo obtido advindo da mercadoria adquirida.       Deve-se, portanto, promover políticas públicas a fim de combater esse fenômeno. O Governo, junto com os municípios devem proporcionar medidas alternativas, como, aluguéis de bicicletas com preços acessíveis e recompensante, adequação nos espaços e criação de ciclovias seguras, além de melhoria nos transportes coletivos, com o intuito de atrair as pessoas para sua utilização. A mídia, com propagandas, pode estimular a carona solidária e o altruísmo em relação ao próximo.