Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 14/09/2017
O adesenamento populacional contribuiu para uma ineficácia no sistema público de transporte.Logo, a busca pela mobilidade urbana é um desafio enfrentado pela maioria das grandes cidades no Brasil.Nesse aspecto, curitiba è referência em locomobilidade a ser copiada frente a esse desafio.
Nos últimos anos, o debate sobre a mobilidade urbana no Brasil vem se acirrando. Pois, a maior parte das grandes cidades do país vem encontrando dificuldades em desenvolver meios para diminuir a quantidade de congestionamentos ao longo do dia e o excesso de pedestres em áreas centrais dos espaços urbanos.Dessa forma,trata-se também, de uma questão ambiental, pois o excesso de veículos nas ruas gera mais poluição, interferindo em problemas naturais e climáticos em larga escala.
Outro aspecto,é a ineficácia do sistema público de transporte, visto que as alternativas até então apresentadas como, rodizio de automovéis, construção de mais ruas, viadutos e avenidas ainda não surgiram efeitos nas condições urbanas de acessibilidade.Ou seja, a gestão desqualificada associada com movimentos pendulares e a conurbação realizados contribuem para a imobilidade .
Entre os anos de 2014 e 2016, segundo dados do Observatório das Metrópoles, enquanto a população brasileira aumentou 12,2%, o número de veículos registrou um crescimento de 138,6%. Esse aumento do uso de veículos deve-se: à má qualidade do transporte público no Brasil; ao aumento da renda média do brasileiro ; à concessão de mais crédito ao consumidor; à herança histórica da política rodoviarista do país.
Portanto, para favorecer a mobilidade, incentivar novos modais como a cidade de curitiba com 1,8%de carros por habitante .É preciso que Gestores em todas as suas esferas de governo, ampliem os debates, regulamentando ações públicas para o interesse da questão. Tais como, a difusão dos fóruns de mobilidade urbana e a melhoria do Estatuto das Cidades, com ênfase na melhoria da qualidade e da eficiência dos deslocamentos por parte das populações frente aos problemas persistentes.