Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 13/10/2022
Desde que Juscelino Kubitschek incentivou a expansão das políticas viárias em seu governo, o valor dos carros no Brasil foi superestimado, levando a problemas de transporte urbano onde o excesso de veículos dificulta a locomoção das pessoas. Esta situação evidencia o contexto de declínio económico associado à falta de investimento em transportes públicos e equipamentos para peões; E a ascensão do carro como provedor do Estado.
Em primeiro lugar, é concebível que o pequeno tamanho da malha metroviária brasileira seja um dos motivos para estimular a compra de carros de condução urbana, uma vez que as opções de viagem diferem pouco nas grandes cidades com linhas infrequentes e trens inconvenientes e obsoletos. A falta de investimento também afeta ônibus e calçadas que circulam em condições perigosas, colocando em risco pessoas com deficiência, idosos e outras pessoas com mobilidade reduzida devido aos buracos.
Como resultado, os cidadãos muitas vezes se encontram endividados pelo transporte pessoal, tanto pelas necessidades de viagem quanto pela situação que essas compras geram. O conceito de luxo que nasce do imaginário popular ainda tem muito a ver com a ideia do governo JK diante do aumento excessivo do tráfego pessoal, impulso para a criação de empresas automobilísticas no Brasil. No entanto, seus efeitos podem ser vistos até hoje, durante longos períodos de congestionamento de tráfego.
Portanto, é possível encontrar uma solução para o problema. Consequentemente, as secretarias estaduais de transporte urbano devem aumentar o número de linhas de metrô no Brasil aumentando o investimento financeiro e fiscalizações operacionais para proteger o bem-estar geral da população, desestimular a busca por transporte pessoal e promover o desenvolvimento urbano. liquidez no brasil Dessa forma, o Brasil sairá de sua história e caminhará para uma mobilidade completa e digna.