Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 02/10/2017
``É preciso aliar crescimento com desenvolvimento” , dizia o filósofo e sociólogo Francês Henri Lefebvre, parecia antecipar que a mobilidade urbana como um problema atual. É indiscutível a necessidade de enfrentar de maneira mais organizada e urgente a questão no Brasil, isso se evidencia por um transporte coletivo precário aliado ao incentivo a compra de meios de locomoção individualizados.
Relativo ao transporte de massa que não recebeu qualquer investimento tornou-se ineficaz e oneroso pela concessão, perdeu a roupagem de bem público, a grande maioria dependente exige melhorias, maior segurança e não tolera aumento tarifário.É inaceitável seguirmos o caminho contrário ao de países desenvolvidos que aperfeiçoaram e investiram no deslocamento de seus habitantes.
Somado a isso, podemos dizer, que no Brasil conforto passou a ser sinônimo de carro, com inúmeras facilidades e estímulos a compra do bem. Desde revolução industrial , ocorrida na Inglaterra durante o século XVIII , que reorientou a sociedade para o consumo da produção crescente, É inadmissível que a falta de soluções para a a mobilidade leve as pessoas ao carro como saída, retroalimentando o caos dos congestionamentos na grandes cidades nacionais.
Lefebreve urbanista renomado, cunhou o termo direito às cidades ensinando que com boas políticas de transporte anteciparia demandas, com uso de medidas sustentáveis aspirando a um ``futuro que depende daquilo que fazemos no presente’’, Já dizia Gandhi; portanto, o Governo pelo ministério das cidades deve priorizar e investir num transporte coletivo de qualidade, seguro e reduzir os deslocamentos com planejamento; o que é comprovado por pesquisas como a solução, ademais a integração e a multimodalidade garantirão a eficiência das medidas com o fim de, prevenir prejuízos e perdas cada vez maiores causados pelo fenômeno.