Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 04/10/2017

A obsolescência dos transportes coletivos, haja vista a má política de urbanização, contribui para a fragilidade à proteção ao homem e o sublimecer do capitalismo. Nesse sentido, há ocasiões que se contradizem aos estudos na física, como os de Newton, que concluem: dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, uma vez que a realidade da população brasileira, por exemplo, nos vagões dos metrôs e ônibus, revela-se em uma “fusão da matéria”.

O olhar à frente de representantes sociais contribuem para o inchaço do país. O ex-prefeito de São Paulo, Woshigton Luís, que associou o governar como uma estratégia para povoar, provavelmente, não colocou o bem estar da sociedade em primeiro lugar. Esse “não contava” com o sistema de especulação imobiliária, das grandes cidades, causadora da repulsa para com as famílias carentes de uma boa renda - o estado de gentrificação. A gente humilde, além de passar a ocupar lugares hostis, os pontos periféricos, passam a ter um percurso ao trabalho mais longo e estressante, porque estes se encontram na área urbanizada.

Ainda assim, acredita-se na tecnologia como a revolução da vida humana, dando-lhes suportes informativos. A noção, de forma instantânea através do GPS, Maps e Uber, aplicativos que facilitam o seu deslocar, disponível proporcionando rapidez e segurança- identificando estradas possíveis de tráfego, ou seja, sem buracos, engarrafamentos e e interrupções. Porém, esses mecanismos, ainda, não solucionam e nem atingem todos os problemas.

A irregularidade nos transportes coletivos, verifica-se que é o estopim para o trabalhador comprar seu automóvel, e, conseguinte, sustenta o mercado capitalista. Ser “esmagado”, os assaltos, a tarifa alta- o desconforto- diário, estimulam o cidadão a aderir ao carro com conforto, seguro e disponível a todo momento. Assim como quando é pressionado pelo cargo, o cujo está inserido e propagandas que persuadem o telespectador. No entanto, nota-se, dessas formas, corroboradores na poluição da imagem urbana.

Infere-se, então, que a sobrevivência do capitalismo é o regresso da saúde do homem. Contudo, para minimizar tal mal, construções de prédios, em volta as cidades, investidas pelos prefeitos com o objetivo de permitir uma morada segura e próxima do trabalho, diminuirá o fluxo demasiado nas rodovias, logo reduz o engarrafamento. Para mais, o aumento regular de ônibus e fiscais,dentro destes, inviabilizará a super-lotação. Após isso, junto com a mídia, realizar propagandas que incentivem o uso dos ônibus coletivos.