Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/07/2023

Na Obra o grito o pintor norueguês Edvard Munch, observa-se uma figura andrógina, em um momento de profunda angústia frente as mazelas sociais. A obra artística tece uma crítica a sociedade atual. Paralelamente a obra causa uma profunda aprensão a sociedade brasileira. Essa situação é fruto inegável da Omissão governamental. Sendo assim convém analisar a carência infra-estrutural e a mentalidade capitalista como agentes contribuintes para o cenário supracitado.

A partir disso cabe pautar a carência infra-estrutural, acerca da redução do fluxo de veículos, como a principal causa do revés. Sob esse viés, de acordo com o contrato social postulado pelo filósofo Iluminista Jhon Locke as autoridades administrativas do país devem agir de maneira eficiente e garantir os direitos básicos de qualidade de vida. Toda via é possível visualizar um descumprimento do contrato em virtude da ausência de plataformas intermodais e da matriz de transporte desequilibrada elevando o tempo médio de movimentos pendulares em cidades do brasil desse modo enquanto o governo manter tal postura indiligente o inchaço urbano se perpetuará

Outrossim, a mentalidade capitalista fomenta escassez. Nessa conjuntura o filósofo materialista Karl Marx no seu conceito “Reisificação” afirma, que os seres humanos são reduzidos a objetos cujo objetivo é lucrar e produzir essa ação fatalmente reflete na falta de planejamento urbano herança do passado industrial tardio corrobora para o crescimento desordenado de cidades, que em contrapartida eleva problemas sociais, tal aveiz é frequente em paises periféricos.

Diante do cenário exposto é necessário perceber que a negligência governamental é fruto inegável dos desafios da mobilidade urbana no Brasil. Sendo assim o governo federal instância máxima de administração federal deve atuar por meio do programa Nacional com distribuição de verbas públicas para cidades com alta concentração de veículos. Ademais o Ministério da Economia em parceria com empresas do terceiro setor devem atuar por meio de projetos que tornem as ciadades inteligentes aumentando a fluidez do tráfego de veículos. A partir de tais mediades o Brasil caminha para fuga das mazelas sociais como proposto pelo pintor.