Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 21/08/2023

Na série de televisão japonesa “Odd Táxi”, o protagonista Hiroshi — motorista de táxi — trabalha há anos no ramo e sempre presencia com frequência momentos de tensão nas ruas em relação aos veículos. Em consonância com a realidade de Odd Táxi, muitos brasileiros que utilizam desses meios de transporte para locomoção sofrem com o excesso de veículos. Haja vista que tais pessoas, em sua maioria, não buscam devida justiça.

Em primeiro lugar, vale destacar que, por se tratar do transporte no Brasil — país em que grande parte de sua população recorre aos veículos para transitatem —, é comum o crescimento agravante dessa alternativa. Nesse sentido, em 2012 a Assembleia Legislativa aprovou uma lei que dá voz à ideia de focar mais nas pessoas em vez dos carros. Desse modo, ficou restrita apenas para o Rio Grande do Sul, que deixa de lado todo o restante do país.

Ademais, a população brasileira querendo ou não persiste idealizar o conceito de caminhar como algo cansativo. Nesse contexto, de acordo com a “Canedo”, entender a concepção da mobilidade a pé como um modo de transporte requer que a conectividade da cidade seja repensada. Assim, a falta de motivação dada pelo governo para a caminhada concretiza ainda mais o conceito.

Portanto, cabe às intituições governamentais de cada estado, disponibilizarem — por meios de obras — construções como calçadas conservadas e travessias sinalizadas, juntamente de propagandas para incentivarem a população a alterar a escolha de meios de transporte. Sendo assim, Hiroshi deixaria de presenciar problemas de circulação em seu trabalho.