Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 21/08/2023

No início do filme “Até que a sorte nos separe 3: A Falência Final”, dirigido por Roberto Santucci e Marcelo Antunez, é mostrado o personagem Tino, estrelado por Leandro Hassum, vendendo biscoitos no meio do trânsito, enquanto estava com o sinal estava vermelho, e ao sinal ficar com sinalização verde, muitos carros começaram buzinar, para que ele saísse da rua. E isso demonstra o estresse causado no trânsito, que é algo muito frequente.

A mudança de muitas pessoas do interior para a cidade, em busca de uma vida melhor, junto com a chegada dos automóveis, resultou em uma superlotação. Muitas cidades não tinham estrutura necessária, para sustentar a chegada de muitas pessoas e nem de seus automóveis, e isso foi prejudicial tanto para as próprias cidades quanto para quem lá habitava. Isso é um reflexo das cidades atuais, onde muitas foram forçadas a mudar e, as pessoas que possuíam condições, puderam se mudar para locais mais calmos e com menos trânsitos.

E, também, por causa da chegada dos automóveis, muitas pessoas não andam tanto a pé, sem importar a distância, sendo próxima ao local onde estão ou não, o que contribui para que ocorra os engarrafamentos. Por causa de sua rotina, muitas precisam usar o carro para ir trabalhar, o que também gera um trânsito mais lento, e acaba ocasionando estresse, e que muitas vezes, pode ocasionar a violência no trânsito, tanto de forma verbal, quanto de forma física. Entretanto, muitos preferem ir ao trabalho de carro, pois acham que o transporte público não possui estrutura suficiente para suportar a quantidade de pessoas, nem para o ambiente climático, principalmente, no verão, e, também, no quesito de segurança, que muitas pessoas possuem receio de andar de transporte públicos por conta da falta de segurança.

Portanto, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, junto com o governo Estadual e a Senatran, poderiam criar um rodizío de carro, onde as áreas poderiam ser divididas em grupos, onde teriam dias para usar o carro, e nos dias que não seriam possíveis utilizar, usariam bicicletas, disponibilizadas pelo governo, ou poderiam ir a pé. E, em casos de emergência, teriam postos, em determinadas regiões, para ajudar as pessoas com atendimentos urgentes.