Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 18/08/2023

A necessidade de se deslocar é característica dos seres humanos desde os exórdios. Ainda sim, com o desenvolvimento tecnológico, em uma sociedade movida a pressa, locomover-se em pequeno espaço de tempo passa a ser algo cada vez mais valioso. Mesmo que a mobilidade ocupe papel fundamental no cotidiano de muitos, ainda são diversos os impasses ao transitar em ambientes urbanos. Dessa forma cabe analisar os subterfúgios que intricam a vida de muitos, e em grande escala representam ameaças ao meio ambiente.

Em primeira análise, cabe salientar a visibilidade que a pauta ecológica vem ganhando, consequentemente a preocupação com os impactos que atos cotidianos representam a natureza, faz-se mais comum. Por conseguinte, torna-se preocupante que uma atividade essencial como deslocar-se em meio civil, segundo o jornal O Globo, apresente aproximadamente 62% da emissão de carbono no planeta. Logo, tamanho estrago apresente risco, tanto para a vida de pessoas, como para o futuro do planeta.

Outrossim, a criação de automobilísticos visava a simplificação do tráfego de pessoas, nada obstante, o excesso de veículos representa sinônimo de estresse, nos quilométricos engarrafamentos. No musical “La Land”, os protagonistas veem seus dias sendo prejudicado devido ao congestionamento. No Brasil, a ficção se repete, quando inúmeros brasileiros têm seu cotidiano afetado pelo aglomerado de carros. Á vista disso, cabe solucionar tal problemática, visto que os congestionamentos, apresentam risco para a vida profissional de muitos trabalhadores.

Os efeitos da crise na mobilidade, são vistos em diversos aspectos, afetando todo o funcionamento de centros urbanos. A fim de solucionar tamanho estorvo, cabe ao Ministério da Infraestrutura, em parceria com prefeituras, instituir leis que tornem a fabricação de futuros veículos ecológicos, para que o deslocamento se desvincule da poluição. Enxerga-se também a necessidade de se promover infraestrutura nas cidades, para poderem acomodar o número de veículos de forma satisfatória. Deste modo, cidadãos poderão trafegar de forma tranquila, sem que a locomoção se apresente como preocupação em suas vidas.