Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 20/08/2023
O Brasil passa por uma hipervalorização do carro desde os incentivos à expansão rodoviarista, promovidos por Jucelino Kubitschek, que culminou no atual problema de mobilidade urbana, onde o excesso de veículos impede a fácil locomoção dos individuos
Primeiramente, é possível conceber a diminuição de tamanho da malha ferroviária brasileira pelo alto estimulo à aquisição de automotivos para a locomoção urbana, já que, com linhas escassas, trens desconfortáveis e antigos, as grandes metrópoles apresentam pouca variação locomotiva. A falta de investimentos atingem também os ônibus - que circulam em estado precário - e os caminhos dos pedestres, os quais apresentam perigos a pessoas com deficiencia, idosos e demais individuos com movimentação limitada, por conta de calçadas esburacadas. Levando assim a população, em busca de maior conforto e segurança, optar a compra e utilização de automóveis.
Não é incomum observar cidadãos se endividando para obter um transporte individual, tanto para munir-se do status advindo de tal compra como para suprir tamanha necessidade de deslocamento. De acordo com jornal O Globo, os paulistanos gastam em média 45 dias do ano presos no trânsito.
Portanto, é viável pensar em soluções realmente efetivas para o problema. Por isso, as Secretarias dos Transportes Metropolitanos de cada estado devem ampliar a quantidade de linhas locomotivas no território brasileiro, por meio de maiores investimentos financeiros e fiscalização do funcionamento que garanta o bem-estar pleno da população, com maior intuito de desincentivar a busca pelo transporte individual e facilitar a locomoção urbana no Brasil, rumo a uma mobilidade adequada e digna.