Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 14/10/2017

Sustentabilidade é termo referente a ações humanas que estão de acordo com a preservação da natureza, o que é atitude muito apreciada atualmente. Depreende-se, dessa forma, que a mobilidade urbana no Brasil representa desafios a serem resolvidos. Isso porque fatores históricos, verdadeiros motivos do impasse, impulsionam malefícios não só para humanos, mas também ao meio ambiente - fato que vai de encontro ao conceitos sustentáveis.

De início, nota-se que o complexo de vias de locomoção brasileiro é caracterizado, em sua grande maioria, por rodovias. Esse é um negativo fator advindo de políticas governamentais - sobretudo por meio de atos do ex-presidente Juscelino Kubitschek, na década de 1950 - que, além de instigar a chegada de automóveis no país, o que ainda ocorre hodiernamente, também proporcionou excessiva construção de estruturas rodoviárias. Não é à toa, por conseguinte, que o Brasil tenha uma malha ferroviária quase dez vez menor que a dos Estados Unidos. Percebe-se, à vista disso, que não é razoável permitir esse cenário ser comum no Brasil, uma vez que tal sistema acarreta exacerbado número de veículos nas ruas e provoca, consequentemente, vários malefícios.

Diante disso, convém compreender que esse contexto implica problemas sociais. Isso ocorre em virtude de o inchaço de veículos nas ruas tender a promover engafamentos, o que estimula, por exemplo, prejudiciais atrasos no horário de chegada ao trabalho. Ademais, vê-se que o grande número de veículos individuais gera maior poluição, haja vista a demasiada liberação de gases tóxicos na atmosfera.Esse contexto, por sua vez, pode até mesmo danificar cadeias alimentares presentes nos mares, bem como destruir habitats naturais de alguns seres vivos - o que é notável no continentes polares. Destarte, seja pela pluralização de sistemas de locomoção ou pelo incentivo ao uso de transportes coletivos, essa problemática deve urgentemente ser combatida, mesmo porque, para o escritor e biólogo Edward Wilson, não existe motivo justicante da destruição do legado natural da Terra.

Esse panorama, portanto, é contratempo histórico e ocasiona prejuízos. Para resolver esse desafio, como medida a médio ou a longo prazo, cabe à Receita Federal enviar verbas para o Ministério da Mobilidade dar início à construção  de outras vias de locomoção, como ferrovias ou hidrovias, de forma a findar o inchaço de veículos de carga em rodovias e também diminuir a liberação de gases tóxicos. Acresce, por fim,ainda  para diminuir o lançamento desses gases, que compete aos municípios oferecer subsídio às empresas que aumentarem a frota de ônibus nas cidades, além de fazer parceria com a mídia para que, por meio de propagandas, seja incentivado o uso desses transportes. Feito isso, o bem-estar social e  sustentabilidade serão absolutos quando o tema for mobilidade urbana no Brasil.