Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 19/10/2017

Sabe-se que a mobilidade urbana consiste em proporcionar condições favoráveis de deslocamentos para os cidadãos, a fim de chegarem em seus destinos em um curto prazo. Partindo desse princípio, é perceptível que as principais anomalias nas grandes metrópoles é a precariedade do transporte público em consonância com o excesso de pedestres em áreas centrais, como pontos trabalhistas e escolas. Dessa forma, esse problema social é plausível em discussões e debates para amenizá-lo.

Sobretudo, os incentivos fiscais e o aumento da concentração de renda dos cidadãos contribuem para adquirirem veículos próprios, além disso, soma-se a esses critérios a precariedade do transporte público. Isto é, a superlotação de ônibus e metrôs, motivados pela urbanização, leva a pessoa a comprar um carro, pois esse pensamento será comum a todos que enfrentam essas dificuldades diariamente, em que, posteriormente o número de veículos irá aumentar, ocupando vias e prejudicando a mobilidade.

Outrossim, o aumento populacional é inversamente proporcional em relação as políticas de mobilidade e infraestrutura, uma vez que 70% da população do Sudeste brasileiro reside em áreas urbanas de acordo com o IBGE. Em vista disso, o cotidiano do cidadão paulista retrata uma dificuldade para se deslocarem, em outras, tempo médio para chegarem em seus destinos é de 2 horas e 49 minutos.

Entende-se, portanto, que a continuidade desse problema é devido à ausência de políticas públicas para amenizá-la. Dessa maneira, cabe ao Governo a criação de linhas metroviárias, interligando centros periféricos aos centros urbanos, diminuindo o movimento pendular e consequentemente a diminuição do tempo gasto para os deslocamentos, por outro lado, a construções de pontos estratégicos em vários lugares, gerando dispersões da população. Ademais, a mídia será essencial para incentivar as pessoas à adotarem práticas eficazes, como o uso de bicicletas no seu dia a dia, através de propagandas e campanhas.