Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/10/2017
“Caos hodierno”
É incontrovertível que o surgimento e a persistência do trânsito caótico brasileiro estão atrelados a alguns fatores, dentre eles, a herança histórica que perdura gerando um acúmulo de investimentos no setor, soma-se a deficicente qualidade do transportes públicos e de projetos em resposta contraproducentes.
Nesse contexto, a ascenção da renda de classes médias e baixas e de forma analóga os incentivos cedidos pelo governo, como a redução do IPI contribuiram para a possibildade de aquisição de veículos. Ademais, a péssima qualidade dos transportes públicos, onde frequentemente é notório a falta de limpeza e manutenção mobil, só fortalecem a sensação de descaso por parte da gestão.
Sob esse ângulo, em sequência, gera-se uma supertotação no tráfego, tendo em vista que 1 ônibus transporta oitenta pessoas e tal contigente configura 57 carros. Mediante o exposto, o governo adotou projetos ineficientes e isolados, como o rodízio de carros e a construção de mais vias e viadutos. Contudo tais soluções, não são pertinentes, pois persiste o cresimento ascendente da frota.
Desse modo, mediante os fatos alencados, é imperioso o incentivo com estímulos fiscais e descontos a transportes alternativos, como bicicletas, por parte do Estado aliados a transitividade ao trabalho. Também seriam feitas mais ciclovias e ciclofaixas. Projetos de carona solidária também seriam mais difundidos, em virtude da proximidade de localidades, mediante campanhas midiáticas, atrelado a isso o Ministério dos transportes aliado a ONGs desenvolveriam a criação de aplicativos para facilitar tais ações.