Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/10/2017
Na década de 50, o presidente da época, Juscelino kubscheck, em seu modelo de governo nacionalista e desenvolvimentista, trouxe para o país um enorme desenvolvimento do setor automobilístico, com a sua política rodoviarista, incentivando as multinacionais estrangeiras á se instalarem no país, tornando os automóveis mais acessíveis a uma maior parte da população e promovendo também um alto desenvolvimento na movimentação econômica do país. Entretanto, o crescimento do número de automóveis individuais oriundos dessa herança histórica e também do pensamento capitalista do brasileiro, têm gerado muitos problemas de mobilidade urbana. Portanto, torna-se passível de discussão a problemática em questão.
. Segundo pesquisas, um ônibus que pode transporta até 80 pessoas, ocupa o espaço de apenas dois carros individuais que transportam apenas 1,4 pessoas em média, porém o número de carros individuais que circulam nas rodovias é por volta, de 50 vezes maior que o número de ônibus presente no mesmo horário. Sendo assim, o alto nível de carros individuais promove um grande inchaço no trânsito, dificultando, assim, a locomoção .
Entretanto, o problema está longe de ser resolvido, pois hoje em dia, com o pensamento capitalista, ter carro é sinônimo de ascensão social, poder e realização pessoal.Não obstante, a má qualidade dos transportes públicos oferecidos á população, é péssima e insuficiente para acolher toda a população brasileira. Sendo assim o número de pessoas com automóveis cresce cada vez mais, gerando engarrafamentos e falta de fluídez no trânsito.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver o impasse. Sendo assim, o Ministério do transporte, deve promover melhorias na qualidade dos transportes públicos para a população e aumentar as suas frotas, com o fito de que mais pessoas comecem a utiliza-lo, diminuindo o uso dos transportes individuais e promovendo uma melhor mobilidade urbana.