Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 22/10/2017

Tempo é dinheiro?!

Sabe-se que hoje, o problema da mobilidade urbana tem gerado consequências ambientais e de infraestrutura das metrópoles do país. As autoridades brasileiras necessitam de mais esforços e de seguirem modelos europeus que pode-se adaptar à realidade brasileira. Benjamin Franklin dizia que tempo é dinheiro, ou seja, imagina-se quanto cidades como São Paulo e Rio de Janeiro perdem por dia.

Foi no governo Juscelino Kubitschek que se intensificou o processo de industrialização. Contudo, esse movimento ocorreu de forma acelerada e desorganizada. JK priorizou investimentos estrangeiros, tal como a indústria de automóveis, que se beneficiou em detrimento de outros transportes. São Paulo, por exemplo, se vê numa desordem. Marginais e avenidas superlotadas de veículos saturam a natureza de monóxido/dióxido de carbono.

Em Estocolmo, o governo adotou políticas públicas para controlar e incentivar o uso de transportes públicos. A principal ação foi a que estipulou a viabilização de pedágios urbanos nas grandes cidades. Ademais, a receita obtida pelas autoridades é direcionada a outros transportes, como o metrô, VLT e bicicleta, para motivar os cidadãos a usarem meios coletivos de locomoção. Outrossim, os pedágios urbanos só funcionam em horários de pico e, de noite, por exemplo, o serviço é suspenso.

Levando-se em consideração os fatos mencionados, o Brasil tende à adotar tais medidas - mesmo que impopulares - a sua realidade. Com o faturamento recebido, cabe ao Governo Estadual investir em bikes e ônibus, com a finalidade de reduzir gases poluentes e claro, recuperar todo esse dinheiro que grandes cidades estão perdendo, conforme pensava o revolucionário americano Benjamin Franklin.