Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/10/2017

Durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek, já havia uma preocupação com a construção e o melhoramento de rodovias. Fora da História, hoje, essa necessidade permanece fortemente no Brasil, uma vez que deslocar-se está cada vez mais complicado. Sendo assim, fica evidente a necessidade de se implementar medidas que resolvam definitivamente os desafios da mobilidade urbana.

Atualmente, a cidade de Curitiba tem sido exemplo no país ao adotar uma política de Mobilidade Urbana Sustentável. Tal fato fez com que os pedestres possam caminhar por calçadas mais largas, que se utilizem o ônibus elétrico, reduzindo a poluição do ar e que os cidadãos gastem menos de uma hora nos seus deslocamentos. Mas, o problema da mobilidade urbana ainda é muito comum, devido à falta de projetos rápidos e eficazes que atenda o aumento dos deslocamentos.

Entretanto, outro dilema se dá pela precariedade dos transportes públicos, que além de tornar as distâncias maiores, implica no aumento das ilhas de calor nos centros urbanos. Por outro lado, há ainda a questão do individualismo, em que muitas pessoas na busca por “status do carro” , com forte influência da propaganda, preferem viajar com o próprio veículo ao invés do coletivo.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, “vivemos em uma modernidade líquida onde as relações pessoais se dão de forma muito instantânea”. Assim sendo, o governo de cada estado do país deve elaborar projetos que supra a necessidade de cada  município, como por exemplo realizar a rodízio de placas para veículos privados em determinados dias. A população pode pressionar através de abaixo-assinado as empresas de transporte público para à aquisição de ônibus novos e menos poluentes, como àqueles que são utilizados em Curitiba. Por último, a Mídia deve realizar propagandas que idealizem a “coletividade social” através da televisão e das redes sociais para incentivarem o uso de veículos coletivos envés do privado .